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Em qual estágio seu produto está?

Em qual estágio seu produto está?

Em qual estágio seu produto está?

Essa foi a pergunta deixada no último post. Em qual estágio seu produto está? O que ele precisa para decolar de vez? Para responder a essas perguntas, primeiro é necessário entender que a longevidade de um produto está diretamente ligada à sua descoberta e redescoberta contínua. E você sabe o porquê? Todo produto segue um ciclo, o qual está diretamente orientado ao que seu público-alvo demanda. Dessa forma, atender às novas necessidades do seu público é o que garantirá a continuidade (ou não) do desenvolvimento do produto. Vamos exemplificar!

 

Falando de produtos: Qual problema ele resolve?

Lembra do produto da AIBA, o qual deu início a todo o processo de criação de uma startup focada em segurança? Ele foi desenhado originalmente para diminuir a demora e a falta de comunicação das autoridades com os associados sobretudo quando roubos e furtos às propriedades rurais ocorriam. Para isso, a solução definida pelo primeiro MVP seria o acionamento de um botão de pânico. Esse recurso deveria atender tanto à segurança física dos associados e policiais, bem como garantir que essas informações não ficassem públicas e estivessem restritas apenas aos controladores da polícia. Para que o produto se tornasse uma solução de segurança, novos MVPs de novas funcionalidades deveriam ser lançados.

 

A descoberta de novas funcionalidades

Nas nossas pesquisas com o público-alvo do produto, descobrimos que a maior parte das fazendas furtadas, as perdas registradas se tratava de pequenos equipamentos e insumos para a plantação, tal como sementes, fertilizantes e coisas do gênero. Locais onde se guarda esse tipo de material é o alvo preferencial, pois além de estocarem produtos muito caros, quando roubados, são difíceis de serem recuperados devido à sua fácil dispersão. Dessa forma, a preocupação de uma nova funcionalidade estaria em garantir que a solução permitisse minimamente vigiar e impedir que o roubo acontecesse. Foi então que integramos ao produto anterior uma solução da Sala de Névoa.  

 

Marketing da Experiência: Falando a língua que seu cliente entende!

Uma característica marcante do público-alvo, que nos permitiu entender melhor a persona com que estamos lidando, é a necessidade de que a experiência seja sentida pelo próprio usuário. Mais do que apenas divulgar a nova funcionalidade, mesclar a utilização do aplicativo com a sensação da Sala de Névoa era uma necessidade. Por isso, era necessário demonstrar o produto em pleno funcionamento, trazendo o cliente para experimentar a mesma sensação que um invasor teria ao se deflagrar com o dispositivo de névoa. 

 

 

 

 

Produto bom é aquele que resolve problemas!

Compartilhar experiências e estar junto com quem utiliza seu produto é o primeiro passo para garantir sua longevidade. Afinal, produto bom é também aquele que está sendo testado continuamente com o seu público-alvo. Eis o primeiro passo para ter um produto longevo: escute ativamente seu público-alvo! O valor de coletar experiências (in loco, tal como numa feira), possibilitou que a interação validasse várias de nossas hipóteses. Saímos com a certeza de que as novas funcionalidades que estão sendo desenvolvidas não apenas deixarão a solução de segurança mais robusta, bem como resolverá alguns problemas reais narrados por quem potencialmente a utilizará. Ahh… E para finalizar, acabamos ficando conhecidos na feira como a Turma da Fumaça! O que poderia ser um problema, acabou se tornando nossa principal arma de marketing. Mas isso é um papo de boteco!

 

Produtos são para o cliente. Não para quem constrói.

Perceba que por se tratar de um produto de segurança, que envolve tanto a parte digital, como de equipamentos físicos, fez com que a Agrosec.digital levasse parte de sua proposta de solução para ser testada e distribuída num evento onde o público-alvo pudesse ser diretamente acessado. E as vezes, o que poderia ter dado errado, deu certo! Veja o exemplo de como ficamos conhecidos na feira. No entanto, o mais importante é que isso possibilitou que algumas das nossas hipóteses iniciais fossem validadas, bem como nos trouxeram novos insights; os quais guiarão as equipes de negócios, desenvolvimento e experiência do cliente num futuro não tão distante. E como tudo na vida, tem um custo, fica a pergunta: Quando deveremos realizar uma nova rodada de investimento no produto? Quer saber a resposta?

 

Venha conosco e descubra como a Agile Think vem acelerando ideias promissoras e transformando isso em produtos que os clientes compram e amam!

 

   

Por Agile Think

 

 

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